Segunda-feira, Setembro 17, 2007

É que ela bordava de um jeito tão dela, costurava com linhas tênues e sinceras,
por vezes descaradas outras bem banhadas em sutileza.
Nua no fiar, alinhar, descosturar. Nua e completamente solta.

Dói ser assim as vezes, ser de ir, de vir, de quereres intensos e tantos, de palavras jogadas por simples desengasgo. Dói nos outros, dói em mim... e eu perco a estrada!


(mas as cores são sempre bem vindas, YUKO SHIMIZU ! )

2 Comentários:

Blogger Menina Colorida disse...

... e o fim da meada.

4:53 AM  
Blogger carolina disse...

gente inquieta não pode ver um lago tranquilo que quer por a mão, o pé, jogar pedrinha pra ver se faz ondinha. Tantos caminhos, novelos, carretéis e nós...

12:18 PM  

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