É que ela bordava de um jeito tão dela, costurava com linhas tênues e sinceras,por vezes descaradas outras bem banhadas em sutileza.
Nua no fiar, alinhar, descosturar. Nua e completamente solta.
Dói ser assim as vezes, ser de ir, de vir, de quereres intensos e tantos, de palavras jogadas por simples desengasgo. Dói nos outros, dói em mim... e eu perco a estrada!
(mas as cores são sempre bem vindas, YUKO SHIMIZU ! )

2 Comentários:
... e o fim da meada.
gente inquieta não pode ver um lago tranquilo que quer por a mão, o pé, jogar pedrinha pra ver se faz ondinha. Tantos caminhos, novelos, carretéis e nós...
Postar um comentário
Links para esta postagem:
Criar um link
<< Início