( dia 20/10/07)
Um acordar, de amanhecer meio sem sol, daquele jeito que chove mas não há água pra cair. É estranho trovoar sem água pra me lavar. De lavar alma era o que eu tava de precisão, talvez um colo. Não sei definir contornos.
O que me foi dito era de ser seco, as vezes rançoso, com aquela bem impressão de que tá passado do tempo, azedou, coalhou.
Coalhou? E eu ainda vejo como esfomeada, de tanto acreditar, ainda vejo jeito de disso tudo fazer um banquete.
será que to sendo mané?
O que me foi dito era de ser seco, as vezes rançoso, com aquela bem impressão de que tá passado do tempo, azedou, coalhou.
Coalhou? E eu ainda vejo como esfomeada, de tanto acreditar, ainda vejo jeito de disso tudo fazer um banquete.
será que to sendo mané?

1 Comentários:
acreditar é para os bravos, valentes, não para os manés. pra viver de verdade é preciso ter coragem. Vôa, borboleta!
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